Direitos da mulher, uma luta que atravessa continentes

mulher de burcaUma reportagem no Fantástico domingo me chamou a atenção. Falava sobre a falta de diretos da mulheres no oriente médio, que estas ainda são tratadas como propriedades de seus maridos sem direitos da sociedade e muitas vezes nem podem mostras seus rotos em vias públicas. Dizer que fiquei chocado seria grande mentira, há anos nós acompanhamos naquelas regiões uma forma de agir e pensar que ainda é completamente ligada ao costume. 

Até hoje as leis daqueles povos ainda estão ligadas a religião de forma direta. Enquanto por lá a luta pelos direitos femininos ainda esta no período medieval no ocidente muitos homens ainda mantém a mesma mentalidade de que a mulher é para servir ao homem seja, como emprega, ou como objeto sexual. A liberdade feminina ainda é mais um nome que uma realidade, apesar de já termos avanços.

O Brasil ainda tem pessoas que não evoluíram suas mentes para entender que a mulher deve ser tratada com igualdade e como um ser independente. São os restos do patriarcalísmo. Já fui a casamentos evangélicos e ouvi o pastor dizer que quando o marido chega em casa a mulher deve estar esperando com um sorriso no rosto e o jantar pronto [também já vi católicos ortodoxos querendo queimar feministas em praça pública]. Claro não tenho nada contra mulheres que se propõe a cuidar da casa e da família  enquanto o marido trabalha. O que me preocupa é quando isto é colocado como uma obrigação feminina. Para finalizar vale recordar que não é somente no oriente médio que temos violência contra mulher recentemente, li um artigo falando de uma aluna, Maria Clara Bubna, foi perseguida por seu professor por ter uma postura política esquerdista e  feminista, o que não o agradava.

maria clara bubnaNo texto SOBRE O SILÊNCIO OU MANIFESTO PELA VOZ por ser aluna e jovem ela se diz o elo fraco da corrente. Maria clara é talvez mesmo sem saber um dos elos mais fortes da corrente. Pois se posicionou e não permitiu que sua voz fosse abafada apenas por ser mulher. É importante pensar que não estamos tão atrasados como nos países do oriente médio, mas ainda assim há muito a evoluirmos na questão desses direitos. Para tal é preciso que as mulheres continuem se levantando contra todas as violência que a cercam, sejam físicas, verbais, ou simbólicas. A luta pelos direitos da mulher ainda esta longe de ser vencida. Em tempos de selfie para todos os lados deixo vocês com uma propaganda do governo federal sobre a violência contra a mulher que não deve ser esquecida nunca.

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