Saúde da mulher, Projeto 1:4 e a violencia obstétrica

Que o  tudo no salto é um site voltado para a mulher isto já está na cara. Falar aqui de saúde da mulher, beleza e, na verdade, uma busca pela construção dos direitos femininos em uma sociedade ainda muito machista.  O tema que trazemos hoje é importante, mas que não figura no grande rol das discussões sobre a saúde da mulher. As mulheres passam por violências de todos os tipos diariamente.

Violências estas que estão em campos físicos e sociais e que nos deixa muitas vezes assustados, nos perguntando como passamos tanto tempo sem saber da existência disso. Uma das violências que atinge mulheres de um modo direto é a  violência obstetra, ocorridas no parto. Como se já não bastasse toda a dor e as dificuldades existentes em todo o processo, a mulher ainda sofre agressões físicas e psicológicas  por aqueles que as atendem e deveriam cuidar para que, naquele momento importante, tudo ocorresse da forma mais tranquila.

Movidas por estas questões a fotógrafa:  Carla Raiter e a produtora cultural: Caroline Ferreira ambas mães, resolveram criar m projeto para trazer a tona esse assunto tão escondido.

O projeto traz fotografia de mulheres com tatuagens provisórias com frases que mais as chocaram durante o processo pelo qual passaram. Deste modo, também é um passo para o cuidado direto com saúde da mulher, tanto física como psicológica, de questionar e buscar seus direitos. 

É uma violência silenciosa e da qual se tem pouca referência na sociedade, o que não necessariamente a torna inexistente. É importante pensar quantas mulheres não tiveram suas vidas modificadas, por tais violências, mas se silenciaram. projeto1:4   

“Uma em cada quatro mulheres brasileiras que deram a luz em hospitais públicos ou privados relatam algum tipo de agressão durante o parto”. Fundação Perseu Abramo – SESC (2011).

A partir deste pensamento nasceu o Projeto 1:4  que visa retratar as marcas muitas vezes invisíveis mas quais ficam para sempre a na alma e no corpo de quem a elas é submetida.

 Conheça mais sobre o projeto no link abaixo e compartilhe com todas as amigas. E se você leitora conhece alguém que passou por esta situação? Comete abaixo, diga o que acha, compartilhe com suas amigas, irmãs, conhecidas.

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